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- Pacco

- Oi, Paulo...
Mais uma da pesada, hein?
Eu gosto muito da veia brasuca das suas composições, parabéns!
Eu não tenho visto o Bocato, apesar dele estar morando perto, mas quando encontrá-lo pode ter certeza que vou falar com ele.
Abraço e boa sorte!
(E continue compondo essas coisas maravilhosas!)
Guy Sasso
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05:48 - 15/07/2008
- Pacco

- Meu grande amigo, Paulo Costa.
Um compositor deve ser eclético, ou seja, sem preconceitos ou preferências de gênero ou estilo. Portanto, deve conhecer todo tipo de repertório: do religioso ao profano; do erudito ao popular.
Se as suas sinfonias forem tão boas quanto seu jazz, ótimo, vá em frente.
O importante é estarmos sempre estudando, sempre nos atualizando.
Em suma, respeite as suas próprias limitações e seja bom naquilo que você faz.
Felicidades!
Maestro Anderson Climaco da Silva
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05:46 - 15/07/2008
- Pacco

- ATONALIDADE
A expressão está na moda. Mas não significa que seja muito clara. E eu gostaria de saber exatamente o que as pessoas que a utilizam querem dizer com ela. O prefixo de negação a indica um estado de indiferença em relação ao termo, negando-o sem a ele renunciar inteiramente. Entendida dessa maneira, a palavra atonalidade dificilmente corresponde ao que têm em mente os que a empregam. Se fosse dito que minha música é atonal, isso seria o mesmo que dizer que me tornei surdo à tonalidade.
(Igor Stravinsky)
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05:45 - 15/07/2008
- Pacco

- Consonância e dissonância:
“Consonância, diz o dicionário, é a combinação de diversas notas musicais em uma unidade harmônica. A dissonância resulta da perturbação dessa harmonia pela adição de notas estranhas a ela. Precisamos admitir que isso não está claro. Desde que surgiu em nosso vocabulário, o termo (dissonância) traz em seu bojo um cheiro de pecado. Liguemos nossa lanterna: em linguagem de compêndio, a dissonância é um elemento de transição, um complexo ou intervalo de notas que não está completo em si mesmo, e que deve ser resolvido, para satisfação do ouvido, em uma consonância perfeita. A dissonância desempenha o papel de alusão.
A tonalidade diatônica é apenas um dos meios de orientar a música na direção a esses pólos. A função da tonalidade está completamente subordinada à força de atração do pólo da sonoridade. Toda música não é senão uma sucessão de impulsos que convergem para um ponto definido de repouso.
A harmonia tal como é ensinada hoje nas escolas dita regras que não foram fixadas senão muito tempo depois da publicação das obras em que elas se baseiam, regras que eram desconhecidas para os compositores dessas obras. Daí nossos tratados de harmonia tomarem como ponto de partida Mozart e Haydn, nenhum dos quais jamais ouviu falar em tratados de harmonia.”
(Igor Stravinsky)
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05:43 - 15/07/2008
- Pacco

- “Ignorância e malevolência estão unidas em uma única raiz; a segunda se beneficia sub-repticiamente das vantagens que extrai da primeira, e não sei qual das duas é a mais detestável. Em si mesma, obviamente, a ignorância não é nenhum crime. Ela começa a ser suspeita quando se afirma sincera. Pois a sinceridade, como disse Remy de Gourmont, dificilmente é uma explicação, e jamais é uma desculpa. Já a malevolência, nunca deixa de invocar a ignorância como circunstância atenuante.
Sem dúvida, vocês hão de convir que essa obscura combinação de “ignorância, enfermidade e malícia – para usar a linguagem da teologia – justifica uma refutação, uma defesa vigorosa e leal. É nesse sentido que entendo o termo “polêmica”. Portanto, sinto-me no dever de ser polêmico."
(Igor Stravinsky)
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05:43 - 15/07/2008
- Pacco

- A terapia pela música (musicoterapia) era bastante recomendada para curar os estados da alma – a ansiedade, a depressão, a desorientação. Pelo que consta de suas biografias, o próprio Pitágoras compôs um conjunto de peças musicais ajustadas a cada tipo de estado anímico dos que acudiam a sua escola.
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05:42 - 15/07/2008
- Pacco

- Filolau afirmava que a natureza do mundo é um todo harmonioso de elementos limitados e ilimitados. O limitado está sujeito a uma forma, ou seja, a uma regra de proporções, enquanto o ilimitado expressa a matéria variável com que as coisas são feitas. O número está presente tanto no limitado quanto no ilimitado; mas é o limitado o responsável pela ordem do Cosmos, isto é, pelas proporções e movimentos que o compõem, o que pode ser verificado pelo estudo das disciplinas da Geometria, Aritmética, Música e Astronomia.
"Pensem o que quiserem de ti; faz aquilo que te parece justo."
(Pitágoras)
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05:42 - 15/07/2008
- Pacco

- Ao escrever uma peça musical, o compositor está combinando simultaneamente diversos elementos importantes como: Melodia – harmonia – ritmo – timbre – tessitura.
Empregamos a palavra estilo para designar a maneira pela qual os compositores de época e países diferentes apresentam esses elementos básicos em suas obras.
Podemos dividir a história da música em períodos distintos, cada qual identificado pelo estilo que lhe é peculiar.
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05:38 - 15/07/2008
- Pacco

Períodos da história da música:
Música medieval – até cerca de 1450
Música renascentista – 1450 – 1600
Música barroca – 1600 – 1750
Música clássica – 1750 – 1810
Romantismo do século XIX – 1810 – 1910
Música do século XX – 1900 em diante.
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05:38 - 15/07/2008
- Pacco

- Música Medieval (até cerca de 1450)
A música mais antiga que conhecemos, tanto sacra como profana, consiste em uma única melodia, com uma tessitura do tipo que chamamos monofônica. Em sua primeira fase, a música religiosa conhecida como cantochão não tinha acompanhamento. Consistia em melodias que fluíam livremente, quase sempre se mantendo dentro de uma oitava e se desenvolvendo, de preferência com suavidade, através de intervalos de um tom. Até hoje em muitas igrejas e abadias, o cantochão é usado normalmente.
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05:36 - 15/07/2008
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